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Artigo no Washington Post diz que Cuba não é um país terrorista e condena a política externa da administração Obama PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 08 Janeiro 2010 23:51

Tags: terrorismo

The Washington Post, o jornal mais importante e mais antigo dos Estados Unidos, publicou no dia 5 de Janeiro um artigo que critica a inclusão de Cuba na lista de países terroristas.

O artigo, escrito por Eugene Robinson, vencedor do Prémio Pulitzer em 2009,refere-se às rigorosas regras de segurança aeroportuária que Washington pôs em prática no domingo passado em relação aos passageiros que voam para os Estados Unidos a partir de Cuba e outros 13 países chamados ‘terroristas’. Os viajantes serão submetidos a uma pesquisa extra com mais rigor.

O referido texto diz que Cuba representa uma ameaça de terrorismo igual a zero. “Cuba não é um estado falido onde há faixas inteiras do território fora do controle do governo; em vez disso, é uma dos países mais rigidamente bloqueados em todo o mundo”, escreveu o autor, que acrescenta “[é] um lugar onde a ideia de cidadãos comuns manipularem explosivos de plástico ou armas terroristas de qualquer espécie é simplesmente ridícula”.

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Embaixador cubano em Portugal apresenta Cartas Credenciais PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 01 Outubro 2009 00:16

Tags: Diplomacia

O presidente da República Portuguesa, Aníbal Cavaco Silva, recebeu em solene cerimônia, as Cartas Credenciais de Eduardo C. González Lerner como novo embaixador extraordinário e plenipotenciário de Cuba no país ibérico.

Durante o encontro entre o presidente português e o representante cubano houve um cordial diálogo, segundo dados da própria sede diplomática.

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Cuba nomeia novo embaixador em Portugal PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 20 Setembro 2009 00:55

Tags: Diplomacia

A 17 de Setembro de 2009, o Conselho de Estado da República de Cuba designou o novo embaixador na ilha em Portugal.

Segundo o jornal Granma tal responsabilidade caberá a Eduardo Carlos González Lerner, que atuará como embaixador extraordinário e plenipotenciário de Cuba em terras lusitanas.

No momento da sua nomeação, González Lerner era diretor de Segurança e Proteção do Ministério cubano das Relações Exteriores. O anterior representante antilhano Jorge Castro Benítez passará a desempenhar outras funções.


Fonte: Público on-line

 
EUA obstaculizam viagem de cientistas a Cuba PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 07 Setembro 2009 01:07

Tags: bloqueio | Diplomacia | EUA

O governo dos Estados Unidos obstaculizou mais uma vez a viagem de cientistas desse país a Cuba para participarem do 20º Congresso Internacional de Ortopedia e Traumatologia, que se realizará de 21 a 26 deste mês, nesta cidade.
Complexo Ortopédico Franz País
O presidente da Sociedade Cubana de Ortopedia e Traumatologia, doutor Rodrigo Álvarez Cambras, informou que, segundo informações recebidas, os médicos convidados não conseguiram a licença do Departamento de Estado nem do Departamento do Tesouro.
O destacado professor expressou que isso confirma que a política do bloqueio norte-americano, imposta a Cuba há meio século, permanece inalterável.

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Cimeira transatlânica revela submissão da Europa face aos EUA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 23 Junho 2006 16:26

Como foi amplamente divulgado, durante seu discurso no Segmento de Alto Nível do novo Conselho de Direitos Humanos em Genebra, no passado 20 de Junho o chanceler cubano Felipe Pérez Roque fez uma denúncia contundente sobre a confabulação cada vez maior dos Estados Unidos e a União Europeia.

Após só 24 horas, a União Europeia deu prova uma vez mais da sua dúbia moral em matéria de direitos humanos e de sua obediência costumeira à política de agressão dos Estados Unidos contra os países do Terceiro Mundo, entre eles, Cuba, que será a sede da Cúpula do Movimento de Países Não-Alinhados, em Setembro próximo.

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Aznar deseja que os EUA intervenham em Cuba PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 04 Fevereiro 2006 16:54

POR PATRICIO MONTESINOS (Jornalista espanhol)

MADRID.— Isolado na Europa e desprezado na América Latina, precisamente pela sua submissão ao presidente norte-americano George W. Bush, o presidente do governo espanhol, José María Aznar, quase no fim do seu mandato, voltou a atacar Cuba, é claro, agora em um discurso proferido em Washington, e respaldou a guerra injustificada, travada pelos Estados Unidos contra o Iraque.

O ‘cavalheirinho’ Aznar empolgado por se encontrar no Capitólio ianque, apoiado pela presença, nada mais nada menos, do vice-presidente norte-americano Richard Cheney
Num discurso, proferido quarta-feira, 4, ante o Congresso norte-americano, qualificado em Madrid de humilhante para a Espanha, Aznar defendeu sem, nenhum escrúpulo a sangrenta agressão militar encetada pela Casa Branca no Iraque e não conseguiu esconder seu ódio visceral contra Cuba, herdado evidentemente de seus antepassados colonialistas.
Por sinal, apenas cinquenta congressistas e representantes — a imensa maioria republicanos — de um total de 535, marcaram presença para escutarem o discurso do aliado ibérico, no hemiciclo da Câmara de Representantes. O resto do local foi lotado com membros e convidados da delegação espanhola, bolsistas do Congresso o funcionários dos níveis médios dessa instância do governo. A escassa representatividade foi compensada por Bush que enviou ao secretário do Estado, Colin Powell, e a outros três elementos do seu gabinete para que apoiassem o visitante, sublinharam, quinta-feira 5 diferentes jornais da Espanha.
Os jornais comentaram que a intervenção de Aznar foi espelhada com escasso interesse pelos media Norteamericanos.
O ainda chefe do executivo de Madrid quer para Cuba uma agressão norte-americana e que a ilha caraíbenha volte a ser o que foi quando a metrópole espanhola a entregou aos Estados Unidos, no final do século 19, opinaram meios políticos e jornalísticos nesta capital.
As fontes coincidem em que o premier desse Estado europeu deseja repetir a história de seus antepassados, esquecendo o que aconteceu naquela época, quando os cubanos derrotaram o exército colonial espanhol e se livraram anos depois, em Janeiro de 1959, dos regimes ditatoriais impostos por Washington.

Fonte: Granma (6/2/2004)